da importância que ele tem

Ele foi importante e sempre será.

Ele me conhece desde sempre, sabe meus medos, meus segredos, minhas dúvidas, meus momentos…

Ele sabe que era o nome dele que eu gritava quando o mundo parecia girar na intenção de me fazer cair, ele sabe que eu olhava pela janela pra ver se ele chegava bem. Ele sabe disso tudo.

Ele sabe de todas as conversas que eu tive com a mãe dele, sabe de tudo o que eu contei pra ela e sabe de tudo o que ela me contou.

Meu melhor amigo, meu melhor amor, meu melhor sonho. Meu, só isso.

Eu não fui a primeira menina que ele beijou, eu não fui o primeiro fora que ele levou, eu não fui a primeira menina que ele comeu.

Eu fui a primeira que ouviu sobre o primeiro beijo dele. Fui a primeira a dar colo quando ele levou um fora. Fui a primeira que gozou junto com ele… nem antes nem depois, JUNTO.

Eu sei da importância que tenho pra ele e ele sabe da importância que tem pra mim.

E comprovamos isso quando nos cruzamos, sem querer, pelas ruas daquela cidadezinha. Quando ele entra no meu orkut, sem deixar scrap ou depoimento… Só a lembrança de que esteve lá e de que pensa em mim, vez em quando.

Comprovamos isso nos nossos aniversários, quando o celular toca à meia noite e para. Não nos falamos quase nunca, apenas quando necessário… Em festas ou qualquer outro lugar onde estejam mais pessoas além de nós.

Aliás, falar um com o outro não é uma necessidade que temos. Os olhos que se cruzam, nas ruas da cidadezinha, nos bastam. O celular tocando. Nosso nome – que sempre será o mesmo – pro seu cachorro. Nossa música. Nossa frase. Nossa marca.

Nossos detalhes nos bastam e ficarão para sempre.

Só que, desta vez, nossos detalhes não foram o bastante e você me mandou um e-mail. Pra dizer que vai se casar. E eu respondi, dizendo que estou grávida.

E, tenho certeza que pra você também, foi um misto de felicidade e tristeza imenso.

Saber que seu sonho vai se realizar, saber que você encontrou alguém pra vida inteira, saber que ela te faz bem, cuida de você, ouve suas babaquices e seus conselhos.  Saber que encontrou a mulher da sua vida… Nossa, não faz ideia do quanto fiquei feliz ao saber disso.

Mas a tristeza foi inevitável.

Fizemos um pacto e juramos que ele NUNCA seria cumprido: quando você ou eu nos casarmos, deixariamos nossos detalhes guardados, as ligações, a música, o nome do cachorro, a frase, a marca…

Sabemos, e concordamos, que nunca cumpriremos isso. Sabemos que vivemos sem qualquer outra pessoa no mundo, mas não um sem o outro.

Sabemos disso tudo. Mas, confesso, saber que ela conseguiu coisas que só eu consegui [já que esta é uma 'exigência' pra se casar com você] doeu.


Eu te amo, te amei e sempre vou amar. Do nosso jeito basta. Bastou até hoje, bastará eternamente.



Beijo, senhor Polônia.


Sobre ser mãe.

Oo

Faz tanto tempo que não posto nada aqui. Nem um ‘oizinho’ sequer… Não que muita gente estivesse sentindo a falta, mas enfim…

Participo de uma comunidade de mães adolescentes, no orkut [sim, viciada em orkut. =)], e uma das meninas postou por lá que, às vezes, fica pensando em como seria sua vida se não tivesse engravidado… Que vê as amigas de antigamente indo pra balada, fazendo isso ou aquilo… E ela com uma responsabilidade enorme, que é a filha.

Eu mesma já pensei milhares de vezes em como seria minha vida sem minha pequena… Aonde eu estaria, o que estaria fazendo, com quem… enfim. Acho que toda mãe, seja ela adolescente ou não, já pensou algo desse tipo.

Talvez seja mais doloroso, por assim dizer, pras mães adolescentes, já que abdicamos de muitas coisas e temos que amadurecer tão rapidamente, pra poder dar conta de um filho e tudo o que isso implica.

Pensar em como seria não é crime, não é pecado e nem motivo pra sentir-se mal. É natural.

Tão natural como o homem ou a mulher que, às vezes, pensa em como seria se estivesse com aquele ex namorado/a, ao invés do atual.

Não significa que deixamos de amar quem está conosco ou que nos arrependemos de ter terminado aquele relacionamento. É curiosidade, nada além disso. [Embora, claro, existam exceções... mas elas não vem ao caso. ^^]


Escrevi demais já, pra quem não escrevia há tanto tempo. ^^


É isso, pessoas!

Beijo =*


Quando Maria Alice não quis mamar…

Lendo esse post da Lu Terceiro, lembrei de quando Maria Alice deixou o leite materno, que já quase nem existia.

Eu tive muita dificuldade em amamentar, desde o começo.

Aquela saga que a maioria das mães conhecem: bico racha, leite empedra [ou quase, como foi meu caso], bico sangra, mãe chora de dor, neném chora de fome, mãe chora por ver neném chorando de fome. E por aí vai…

A diferença, no meu caso, é que quando Maria Alice estava com mais ou menos 1 semana de vida eu tive a [sarcasmo mode on] brilhante ideia [sarcasmo mode off] de tirar leite com a bomba manual, já que eu estava pegando trauma de amamentar, de tanta dor que sentia.

Com a bomba manual doía menos, saía um montão de leite, Maria Alice mamava e tava tudo bem.

E fui intercalando, passando Mater Care e dando o peito pra filhota esfomeada.

Lá pela 2ª semana de vida da princesa eu já sentia muito menos dor, ainda tinha muito leite [que vez ou outra ameaçava empedrar], mas Maria ainda chorava de fome.

Seria o meu, JUSTO O MEU leite fraco? Não, né, gente.

Levei Maria Alice ao pediatra pela primeira vez e comentei que ela mamava e ainda chorava, um choro que não parecia cólica nem nada.

Ele receitou o NAN, 30ml após cada mamada, pra ela. E Chá Weleda da Mamãe + Plasil, pra mim.

Eu ainda tinha leite, muito leite… Não entendi o Plasil, mas tomei, né…

E dei o NAN HA pra Maria Alice, um absurdo o preço daquele negócio.

Consegui amamentar até os 3 meses, forçando a barra.

Com 3 meses, Maria Alice não queria mais o leite da mamãe – que àquela altura já era pouco, por causa da mamadeira desde os 18 dias de vida.

Chorei escondida quando ela deixou de mamar. Era o único vínculo que tinhamos e ninguém podia tirar… Trocar fraldas qualquer um troca, dar banho, fazer dormir. Mas amamentar era só eu, ninguém mais podia fazer. Foi triste e difícil pra mim, mesmo que às vezes a mamadeira traga certa praticidade.

De madrugada, por exemplo, não tiro Maria do berço pra mamar. Ela mama ali mesmo. Mas pra sair é um sufoco. Esquenta água daqui, separa leite dali, cuidado pra não virar a mamadeira, cuidado pra não misturar a quantidade de leite dos potinhos… Um saco. rsrs

Minha princesa é preguiçosa, ainda não segura a mamadeira sozinha. E eu nem quero que o faça…

Acho que, apesar de não ser tudo o que um bebê precisa, a amamentação – mesmo que com leite artificial – é um gesto de amor.

E o que me conforta depois de uma cesárea desnecessária e uma amamentação mal orientada, é que minha filha está grande, saudável, esperta e serelepe.


Para as mamães que não querem passar pelo que eu passei, existem grupos virtuais de amamentação, como o Amigas do Peito. Fikdik!

É isso, pessoas!

Beijo, beijo. =)

Inté!


LuluzinhaCamp Nacional

Pouca gente sabe, mas eu sou uma #luluzinha. =)

Não muito ativa, mas sou. Com orgulho!

São gurias lindas, lindas, que me disseram coisas maravilhosas nos momentos mais difíceis pelos quais passei nos últimos tempo. Não conheço nenhuma pessoalmente e vou ter a oportunidade de falar com cada uma no dia 30/08, no LuluzinhaCamp Nacional!

Nunca fui aos outros por ser bicho do mato e morrer de vergonha, mas vencerei a vergonha e vou. E tenho certeza que algo maravilhoso me espera, pessoas lindas e comida boa. hahaha

Iéié, contagem regressiva, gente?


Não sou magra

Como diz o título, eu não sou magra.

Durante o tempo em que fui magra, eu me achava gorda. E nunca fui magra por meios saudáveis. Digo isso por ser uma ex-bulímica com eventuais recaídas. Toda magreza que tive durante a vida foi graças a LF’s [low food] e NF’s [no food], além de vários remédios.

Mas, olhando pro passado e pro presente também, vejo que ser gordinha nunca foi problema pra ninguém, exceto pra essa que vos fala.

Nunca fui excluída ou deixei de ser paquerada por ser gorda. Pelo contrário.

Lembro que sempre chamei a atenção e sempre tive presença, apesar da timidez.

Daí tu diz: “Claro que tem presença, com um tamanhão desses qualquer uma tem.”

Sim, meu tamanho chama atenção. Mas, baseada em comentários recentes, meu sorriso chama mais. E meus cabelos. E minha risada.

Não estou falando: “Meninas, joguem tudo pro alto, se acabem no BurgerKing e explodam suas academias.”

Mas também não desperdicem momentos prazerosos pensando nas calorias que estão comendo, nem deixem de ir à algum evento interessante por quilos a mais.

Não abandonem suas vidas sociais por não vestir manequim 36/38. Aliás, dentre todas as mulheres que conheço – que não são poucas, apenas uma vestia 38.

Fato é que esse não é o padrão brasileiro. Graças a Deus, brasileiras tem bunda, coxa, quadril, peito… Eu, como brasileira, tenho tudo isso [menos peito, confesso].

Que fique claro aqui que eu não estou fazendo apologia a nada. Estou apenas expondo meu ponto de vista e, provavelmente, não agradará a todos… Coisa que eu nem pretendo, honestamente.

Não é necessário ser magérrima pra ser linda, acho que a beleza está muito além da balança.

Há magras maravilhosas, claro. Mas também existem gordas que não deixam nada a desejar!

Simplesmente, como diz o ditado, “a beleza está nos olhos de quem vê.”


É isso, pessoas!

Beijo, beijo.

Inté o/

[texto para o #momentopretagil aqui e aqui ^^]


Michael está morto

Sei que to sem postar há séculos e o post que vou fazer tá meio atrasado, mas enfim… Aí vai: Michael morreu.

Nesta quinta-feira, 25, Michael Jackson morreu.

Liguei a TV por volta das 18:30 e o Globo Notícias passava as informações.

Sinceramente, fiquei sem reação e preferi não acreditar. Minha ficha ainda não caiu, pra falar a verdade.

Apesar de não ter vivido a era Michael, eu sempre gostei muito das músicas e, principalmente, dele. Quando eu dizia que meu sonho era casar com o rei do pop ninguém botava fé, mas era a pura verdade.

Acho que não existe alguém tão puro como Michael, ninguém tão inocente… Por toda essa inocência, aliás, que ele sofreu.

Sim, eu acredito na inocência de Michael, acredito que ele não era pedófilo. Talvez ele estivesse apenas tentando viver tudo o que não pode viver quando criança, já que era obrigado a ensaiar por horas a fio…

Sei que a população adora causar e falar da vida alheia, ainda mais se for sobre alguém com tanta fama quanto ele.

Confesso que não gostava do Michael Jackson negro [sem racismo, nem nada... só uma questão de gosto], confesso que acredito na inocência dele, confesso que achava ele lindo demais e confesso que, no fundo, sentia pena dele.

Era muito claro que TODA aquela grana não foi capaz de tornar Michael uma pessoa feliz por completo, os traumas eram muitos, afinal. Ele ficava visivelmente perturbado quando o assunto era sua infância e a relação com o pai. Não pra menos, né… Não deve fazer nada bem, para um pré-adolescente, apanhar com cabos de ferro e ouvir o irmão fazendo sexo na cama ao lado. Não mesmo.

Mas daí a chamá-lo de pedófilo, pera lá… Não há provas e, honestamente, não acho que um pai de boa índole contente-se com mais ou menos 20 milhões de dólares para esquecer o abuso de seu filho. Eu não me contentaria.

Deixando de lado a vida pessoal e os escândalos, é inegável que ele era um fenômeno musical, um revolucionário e que, como ele mesmo concordara, era a personificação da música.

Michael era e talvez continue sendo para sempre um mistério. O mais talentoso mistério que o mundo já viu.

Deixo aqui minha opinião sobre o rei do pop e que venham as pedradas!!

Beijo, pessoas.

Inté =)


EM MANUTENÇÃO =)

mudando coisinhas por aqui, logo volta ao normal. ou não.

beijo.


Ídolos, pôsteres e amores

Hoje eu lembrei da minha época rebelde-sem-causa, das minhas brigas homéricas, dos amores-da-minha-vida-pra-sempre-até-amanhã, das melhores-amigas-até-daqui-10-minutos e da minha revolta em ser baleia e minhas tentativas nada saudáveis de deixar de ser baleia.

Por favor, atire o cd do KLB Jonas Brothers aquela que nunca sentiu nada disso entre seus 11 e 14 anos. Aquela que nunca foi chamada de aborrescente pela mãe, quando saía batendo o pé e a porta porque não podia ir pra festa onde meldeos,todomundovaimenoseu. Ou aquela que não colou pôsteres do KLB, Twister, Westlive Jonas Brothers, Simple Plan e Panic!At the Disco na parede e, depois se arrependeu porque ficou a marca do durex na parede [rs].

Se você não fez nada disso, desculpe. Não teve pré-adolescência nem adolescência, propriamente dita.

E se está na época de fazer essas coisa, faça mesmo. Tenha ídolos, cole pôsteres na parede, tenha melhores-amigas-para-a-eternidade-até-daqui-10-minutos e amores-da-minha-vida-pra-sempre-até-amanhã. E, claro, não esqueça de deixar tudo registrado naquela agenda linda de viver, com muito glitter, purpurina, adesivos e pluminhas.

Minhas agendas são algo que NINGUÉM me tira. Nelas estão as melhores épocas da minha vida, meu primeiro beijo, meu primeiro amor, minhas melhores amigas e todas as dores da época. Nelas estão meus sonhos de ser historiadora, arqueóloga, psiquiatra, jornalista, pintora e cantora. Nessas mesmas agendas estão todas as fases da interrupção desses sonhos, quando perdi pessoas importantes, quando parei de estudar e minha vida se tornou um colchão na sala por 3 meses seguidos.

Eu perdi parte da minha adolescência chorando a morte, lavando as mãos e vomitando. E não desejo isso pra ninguém.

Às vezes, no metrô, na rua ou no shopping, vejo meninas falando alto, felizes e saltitantes, com seus fichários cor-de-rosa e fico pensando: “Aff, alguém manda essas pirralhas pararem?”.

Mas lendo esse texto, minha opinião mudou: Adolescência não é burrice, que me perdoe a autora do texto.

E NÃO, PIRRALHAS. NÃO PAREM. Sigam suas vidas felizes, saltitantes, com seus fichários cor-de-rosa, suas agendas purpurinadas e suas canetas de pluminha.

É, sim, a melhor fase das suas vidas… Mesmo que ainda não aparente.

Continuem com seus mp2864851, ouvindo Jonas Brothers e todas essas coisas que tocam por aí.  Continuem tendo brigas e amores homéricos, continuem com suas Caprichos, continuem com seus pôsteres e, principalmente, continuem com seus sonhos. E não deixem que nada os interrompa. Nenhuma doença, nem a morte.

*Por favor, não batam a porta na cara de suas mães pois isso pode render um castigo. Homérico, como tudo na adolescência, claro!


É isso, personas.

Inté, beijo e eu ainda adoro as agendas e canetas cheias de glitter, prontofalei.


=**

UPDATE: quando se faz um post como esse, chega-se a conclusão de que estamos velhos. =)


Paixão x Amor

Amor e paixão são coisas diferentes. Isso é paixão. Paixão não consumada, paixão que não sai da cabeça, paixão envergonhada.

Paixão de verdade, talvez. Paixão que não precisa virar amor. Aquilo é amor. Amor companheiro, amor que briga, que ri, que divide e tem ciúme. Amor que deu fruto.

Paixão não dá fruto. Paixão só segura na mão e dá beijo que não deu. Paixão é o abraço quando encontra pela primeira vez, o olhar que desvia, a vontade de fazer tudo e, no fim, não fazer nada.

Amor é de um, paixão é do outro.

Amor é o abraço no fim do dia, o carinho antes de dormir, o abraço no meio da noite.

Paixão é o fogo, o desejo e, de novo, a vontade.

Vontade que não passa, só aumenta. Vontade do beijo que não deu, do abraço, vontade do cheiro, de você inteiro. Pra mim e mais ninguém.

[Texto antigo ^^]

É isso, personas.

Até a próxima!

[ainda devendo o post das camisetas. que vergonhaaa... =x]


Campus Party 2009

Agora que tem internet aqui aonde eu to, posso falar sobre o evento. =)

1º dia

Cheguei ontem por volta das 13:30h. Fila de entrada rápida. Pegar crachá? Não, vai pra fila de pendências [isso que dá ficar brincando com a foto um dia antes do evento.]. Pega pulseirinha, cadastra o computador, acha lugar, troca de lugar, liga tudo e… Opa, cadê a net? Não tem net nessa bancada. ¬¬

De repente, o meu computador desliga sozinho. Ahh, tá de sacanagem, né? Problema de energia TAMBÉM? Sim.

Primeiro dia trash. Cansei de ficar esperando a net voltar e fui ver meu crachá, já que disseram que estaria pronto às 16:00h. Chego lá. “Volta depois, querida… Estamos sem internet. Volta às 17h”

Tá, né. Fazer o quê? Então, vamos ver a Área Expo. =) NOT. Estava fechada. ¬¬ Praça de alimentação, come comida cara e voltar pra pegar o crachá.

Crachá = fila. Cheguei lá pra pegar às 17h. Saí da fila às 20h. Dor no pé, nas costas e cansada.

No fim, voltei pra casa. Lá tinha net, pelo menos.


2º dia

Chegamos já sem net, mas isso foi resolvido logo. =)

Apesar de uns problemas pessoais, tá tudo ótimo, fora a dor no pé que eu torci… O frio [que já passou, graças ao @RogerVargas =)] e à fome.

Logo eu faço um post sobre as camisetas que tem por aqui. Uma mais legal que a outra…

Inté, povo!

=**