Mudança de idéia!

Eu não pretendia comentar sobre o caso das enchentes de Santa Catarina mas essa notícia mudou minha idéia.

O senhor Daniel da Silva, agricultor, 58 anos, perdeu a casa durante as enchentes que ocorreram e ainda mais cinco membros da família morreram soterrados pela lama. Sendo assim, recebeu, entre as doações, um casaco de pele, ao qual não dera muita importância pois achou “muito fino” para um agricultor e fabricante de cachaça artesanal. Enquanto sua neta de cinco anos brincava com o casaco, que mais tarde seria repassado para outra família, ela encontrou 20 mil reais escondidos na manga do casaco.

Aí a gente pensa: “Nossa, que sorte, né? Chegou numa hora boa, achado não é roubado mesmo.”

RÁ! Engano seu.

O senhor Daniel foi atrás da família doadora e devolveu os 20 mil reais. SIIIM, depois de perder tudo, casa, roupas e até membros da família, ele “recusou” 20 mil reais.

Acho que não há muito a dizer depois disso.

Só a pensar: será que faríamos o mesmo?

notícia aqui: Agricultor de SC devolve 20 mil

fiquei sabendo aqui: AhTriNé!

É isso, pessoas!
Inté a próxima!

Beijos.


Indignada, definitivamente.

Vou contar aqui, pois fiquei indignada com o que me aconteceu ontem.

Como provavelmente vocês sabem, eu tive uma filha linda há 4 meses. Durante toda a gravidez eu me preparei para um parto normal. Sempre que me perguntavam [aliás, acho essa pergunta absurda] “Vai ser normal ou cesárea?” eu respondia: “Quero normal :D ”.

Dia 28/07 eu tinha consulta de pré-natal. Ao tentar ouvir os batimentos da bebê, minha ex-obstetra disse que, conseguia ouvir, mas não normalmente. Me perguntou se ela estava mexendo bastante. Eu disse que, naquele dia não tinha mexido muito… Estava mais quietinha.

Como eu tinha ficado muito tempo sem me alimentar, a médica mandou eu comer alguma coisa e ir para a maternidade, fazer um exame chamado Cardiotocografia. As enfermeiras fizeram o exame, os batimentos do bebê estavam normais e eu tinha 1cm de dilatação. Como estava tudo bem, me mandaram de volta para a casa. A obstetra disse que tentaria me consultar na sexta-feira [01/08] e, caso não conseguisse, me consultaria na própria maternidade, no sábado de manhã.

Dia 01º recebi uma ligação dizendo para eu ir à maternidade no sábado, dia 02/08 às 7 da manhã.

Sábado, fui feliz e contente, achando que seria só um exame e voltaria para a casa, arrumaria as últimas coisas e esperaria a bolsa romper ou ter contrações.

Ledo engano. Fui atendida [depois de mais ou menos 1 hora esperando] pelas enfermeiras. Fiz, novamente a cardiotocografia e, durante uma contração [bem levinha, aliás], a médica entrou na sala. Olhou os exames e disse: “Vamo lá?”.

Olhei com cara de assustada e perguntei: “Como assim? Agora?”

A resposta que eu tive não foi muito esclarecedora: “Sim. Durante as contrações [lembrem-se que as contrações eram superleves, nem dava para sentir] os batimentos do bebê sobem e descem muito rapidamente. Isso significa que OU o cordão está enrolado em algum membro, pescoço, bracinho, perninha… OU o cordão é muito curto. Tenho uma cesárea agora e você é a próxima.”

Perguntei se não era possível me colocar no soro, para tentar induzir um parto normal e ela disse: “Magina, você tá de 40 semanas, 1cm de dilatação e tem 17 anos, não vou te colocar no soro.”

Chamei meu marido e meu pai e foi uma correria. Pai veio em casa buscar a câmera, buscar a mala da bebê, a minha, avisar minha mãe e meus parentes que vinham visitar a barriga pela última vez… Enfim, correria.

Nessa correria toda, nem pensei que eu poderia bater o pé e pedir avaliação da junta médica.

Terça-feira [02/12], resolvi ligar para o hospital e pedir o prontuário para ver se realmente a cesárea foi necessária. Disseram que entre 6 e 10 dias úteis estaria tudo pronto.

Até aí, tudo bem…

Ontem, quarta-feira, recebi uma ligação, às 10 da manhã, da obstetra.

Ela disse que recebera uma ligação do hospital avisando do meu pedido do prontuário e queria saber o porquê. Fui franca. Disse que, por ter sido uma cesariana e eu não ter sido muito bem esclarecida, quis ver o prontuário. Num tom bem grosso, a médica me disse: “Como assim, não foi esclarecida? Eu expliquei o porquê para você, seu pai e seu namorado… Deixa eu falar com a sua mãe.”

Depois de mais ou menos uns 10 minutos no telefone, minha mãe desligou chorando, dizendo que eu não penso nas conseqüências dos meus atos e que a médica disse que “isso vai ter volta, vai ter reversão, não vai ficar barato…”, que “isso vai acarretar danos” pra ela e, novamente “terá volta”.

Que atitude mais anti-ética e medrosa. Fico imaginando qual o problema de eu querer ver o MEU prontuário e o prontuário da MINHA filha. Sempre tive comigo que quem não deve, não teme.

E não tinha motivo nenhum para ela ameaçar minha mãe e eu só por isso. A não ser, claro, que ela esteja errada.

Para não piorar a situação na minha casa, cancelei o pedido do prontuário. Mas em breve, o farei novamente.


Achei absurda a atitude dessa médica, a qual não vou citar o nome, pelo menos por enquanto.

Indignada mesmo.

Por isso, meninas e mulheres, deixem bem claro o tipo de parto que vocês querem, desde o começo do pré-natal. Tenham certeza de que esse médico é a favor do parto normal, se for o caso. E, se não for, mudem de médico. Não abdiquem dos seus valores só para qualquer um encher o bolso com sua grana.

A cesariana é, comprovadamente, muito mais arriscada que um parto normal. Têm certeza de que é melhor arriscar as suas vidas – e a dos seus filhos – só por “estética”? Por medo de uma episiotomia? [Aliás, os médicos que são, verdadeiramente, a favor do PN não são a favor da episiotomia, exceto casos de complicação, lógico.]

Pensem e escolham bem seus obstetras.

E, nova e definitivamente, estou indignada com essa médica que aparentava ser das mais qualificadas.


É, isso, pessoas.

Inté.

=**


Hipotireoidismo Congênito

Há quatro meses minha filha nasceu! Linda, perfeitinha e saudável!

Tudo lindo, perfeito [meio dolorido, pela cirurgia], eu tava superfeliz.

Com 48h foi feito o exame do pezinho, muito importante para detectar algumas doenças… Na saída da maternidade, me disseram que em 30 dias a APAE me enviaria o resultado do exame e, caso o resultado estivesse alterado, me ligariam antes. Mas nem me preocupei, afinal, nunca tinha visto nenhum exame do pezinho alterado. Depois de 1 semana em casa, me ligam da APAE, dizendo que eu precisava levar a Maria Alice fazer um exame de sangue, pois o exame tava com “algumas alterações.

A primeira coisa que me veio à mente foi Síndrome de Down. Embora eu tivesse feito o pré-natal exatamente como o recomendado e ela não tivesse nenhuma daquelas características das crianças portadoras da deficiência. Me segurei pra não chorar quando desliguei o telefone. Fiquei me culpando por não ter feito isso ou aquilo, por ter relaxado no fim da gravidez… Enfim, neurose total.

Com 12 dias, levei a pequena pra fazer o exame. Foi quando me explicaram que o exame do pezinho seve, entre outras coisas, pra detectar problemas de tireoide. Entre elas, o hipotireoidimo congênito.

Maria refez o exame e a doença foi confirmada. Maaaais neura na cabeça da mamãe de primeira viagem. Fiquei pensando que ela não ia se desenvolver como as outras crianças, que teria várias limitações e blablabla wischas sachê. Nada disso.

O hipotireoidismo é, sim, uma doença grave se não diagnosticado e tratado precocemente. Pode, sim, afetar o desenvolvimento da criança se não tratado corretamente. Mas não é um bicho de sete, oito, nove, trezentas cabeças. Geralmente se trata com PuranT4 [não lembro o nome exato, então to falando o nome comercial!

Mas só hoje eu percebi o quão boba foi a minha reação. Comecei a pensar "Poxa, mas tem tanta criança lá que tem hipo" e tralala que me toquei, ela não é a única no mundo e, além de seus exames estarem normalizados, está se desenvolvendo muito bem! Grita, quase senta, segura a mamadeira sozinha às vezes, dá risada... E está até maior que a maioria das crianças de 4 meses!


Se alguém ler isso aqui e tiver um filho, irmão, primo, filho da amiga da irmã da vizinha da tia da sobrinha que tenha sido diagnosticado, eu falo: Não se desesperem, não é o fim do mundo, medique a criança corretamente e seja feliz!

Hipotireoidismo não é o fim do mundo! ^_^



Inté, pessoas!

=**


[achei meu dever mostrar que hipo não interfere no desenvolvimento!]


Se a gente muda, o mundo muda com a gente

“Na última vez que eu tentei ser meiga falei: ‘Não tá vendo que agora eu sou meiga, porra?’” [Tati Bernardi]

Eu não sou meiga, não tenho cara nem jeito de princesinha, não sou magrela, não sou fofa, não sou loira nem tenho olhos azuis.

Quando eu to brava, eu brigo. Quando eu to triste, eu choro. Quando eu to irritada, eu falo mermo!

E, não, eu NÃO tento ser diferente. Não vou criar para os outros uma Aline que não existe.

Só pra gostarem mais de mim? Dispenso.

Se for pra gostar de mim, goste assim… Baixinha, de óculos nem sempre, ruiva, mal humorada pela manhã e extremamente elétrica de madrugada. Essa sou eu.

“Foda”, “porra” e “caralho” fazem parte do meu vocabulário. E não acho que essas palavras definam meu caráter.

Não é fácil levantar a cabeça diante dos olhares que me reprovam por ser mãe adolescente, por não ter terminado nem o colegial, por ainda viver com os pais… Não é fácil levantar a cabeça diante dos MEUS olhares reprovadores diante do espelho, que há 7 anos só diz “gorda, gorda, gorda”. Não é fácil levantar a cabeça pra dizer que eu sou, sim, uma maníaca-compulsiva, bulímica, depressiva e ciumenta… Mas eu sou.

Sou tudo isso. E preciso aceitar. Mudar o que não tá bom, levantar a cabeça e mandar o resto pra puta que pariu.

Por muito tempo eu achei que as pessoas que eu, admito, admiro eram perfeitas. Há alguns dias eu descobri que não. E, além de imperfeitas, talvez sejam parecidas comigo.

Talvez esse seja um post de auto-aceitação. Um tapa na cara da Aline, pra ela acordar. Levantar a cabeça e melhorar tudo que tá uma merda.

Porque a palavra “merda” não define meu caráter mas me acomodar-me, sim, define.

Não espero que ninguém goste, nem espero ter milhões de comentários. A expectativa, a partir de agora, é me surpreender, mudar e melhorar.

Fodam-se os outros. Sentada eu não vou ficar… [rááá, eu sou uma rapper!]

É isso, pessoas!

Inté a próxima.

=***


Crianças pilhadas

Conversando com a Ivi, ela me contou que o Luquinha mastigou uma pilha hoje…
Me lembrei que eu, quando tinha dois anos, engoli uma bateria de relógio, quase duas!

Minha avó, muito legal, foi viajar e, na volta, me trouxe um brinquedinho que funcionava com duas baterias de relógio! Era domingo à tarde, passava algum jogo de futebol na televisão e minha mãe estava ocupada arrumando a casa zoneada com os afazeres domésticos!

Então ela pediu ao meu pai que ficasse de olho em mim, pra que eu não aprontasse nada! Ahh, que ilusão!

Se meu pai não estava vendo o jogo, deveria estar dormindo…

Só sei que eu, curiosa que era, quebrei abri o brinquedo e tirei as baterias!

“Nooooxaaa, qui legal… essa coisinha redonda bilha!!!” isso não é um emo falando, eu tinha apenas dois anos!

E coloquei na boca pra saber que gosto tinha… Um gosto metálico, diferente… glup, engoli!

Foi então que meu pai olhou e perguntou: “Cadê a bateria, Aline?”

E eu apontava pra minha boca! Tinha engolido uma e a outra ainda estava na boca!

Fomos correndo para o médico [pleno domingo à noite, faciiim de achar médico =P]

No fim, tudo se resolveu!

E, Ivi, não se preocupe… Logo o Luquinha vai resolver atormentar a cachorra e suas preocupações serão outras!!

xD


Beijo, pessoas!


A vergonha do brasileiro

“Poderia ser apenas mais uma manhã tranquila em que jovens se divertiam
com atividades escolares, mas o destino de duas, em particular, iria
mudar radicalmente com a inserção de um, como dizem os
“tão preparados” policiais, ELEMENTO DE ALTA
PERICULOSIDADE. Poderia ser mais uma manhã tranquila em que os
adolescentes desprenderiam juventude, alegria e dedicação,
mas foi interrompida por um , como dizem os “tão preparados”
policiais, MELIANTE.

Poderia ser mais uma semana tranquila para todos que assistiam ao triste
episódio e, de alguma forma, tentavam assistir às duas
meninas. Tudo em vão.

O que foi visto foi um ato de covardia associado a uma sucessão de
erros infantis cometidos pela “tão preparada” polícia. Foi uma atuação digna de filme, mas filme de “Os Trapalhões”, a qual só me faltou escutar a
música-tema.

Que atuação patética!!! Que excesso de imbecilidade.

Na sexta-feira estava em uma clínica pediátrica e comentei
da vergonha que era a polícia brasileira, um senhor ao meu
lado “torceu a cara”, acho que era militar aposentado e disse que
a polícia não podia fazer nada e que era assim mesmo.
Pois é, a polícia não podia fazer nada mesmo,
pois não sabia o que fazer, pois não tinha competência
para estar diante de uma situação como aquela.

Agora à pouco, vi a reportagem em que o coronel responsável pela
operação, dizia que colocaria seu filho no lugar da
segunda menina, a que voltou ao apartamento, se fosse preciso. PELO
AMOR DE DEUS, que pai, profissional, ser humano é esse que diz
uma verdadeira sandice, um absurdo sem tamanho como este. E o Capitão ainda diz que quem errou foi o sequestrador e não a polícia.

É preciso chegar a uma situação como esta para que a
população veja como estamos a mercê de uma
polícia ineficiente, infantil e desorganizada.

VAMOS LUTAR POR SEGURANÇA, mas segurança com responsabilidade
e atuação.

Por isso faço das palavras do brasileiro e instrutor da SWAT, que deu
sua avaliação sobre os acontecimentos recentes: “TENHO
VERGONHA DE SER BRASILEIRO”

André Luís Beserra Galvão
Professor Assistente da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), campus Arapiraca

Achei esse texto no Orkut de Bêbado e fiquei pensando… Até quando o brasileiro vai se envergonhar?
Não temos políticos honestos [mas qual país tem?], nossa polícia não faz nada além de ficar rodando com as viaturas e tirando vantagem. Nem nossos religiosos merecem algum crédito, afinal, com tanto padre pedófilo, pastor que rouba fiel… O Brasil tá ruim mesmo.

Será?
Não sei… Ainda tenho fé no Brasil e muito orgulho de ser brasileira. Aí alguém vem me dizer: “Claro, sua realidade é diferente, você mora num lugar legal tem tudo o que quer e blablabla…”

Mas se hoje eu vivo num “mundinho cor-de-rosa com glitter e purpurina”, ontem minha família e eu passamos muitas dificuldades. Já morei em casa de 3 cômodos, já morei na casa da minha avó, já estudei em escola do estado…

E, ainda assim, como eu disse, tenho fé no Brasil e orgulho de ser brasileira.

Em 2004, tive um professor que foi despedido porque o acusaram de xenofobia. NÃO. Ele não é xenofóbico, ele tem orgulho de ser brasileiro e não fica glorificando os EUA ou qualquer outro país.
O professor e eu somos dois brasileiros raros atualmente. Somos brasileiros orgulhosos, brasileiros que se sabem o Hino Nacional completo, brasileiros que se emocionam com o mesmo… Brasileiros que preferem um artigo nacional à qualquer outro produto importado.

A situação tá ruim? Tá, sim… Tá péssima. Mas pode – e VAI mudar. Não dá pra mudar a mentalidade das pessoas da noite pro dia. Infelizmente.
O problema, como disse meu professor uma vez, é esse. A mentalidade das pessoas. O comodismo.

Esse texto não é sobre a Eloá, nem sobre a Nayara, nem sobre o Lindemberg [continuo achando que ele só é assim devido a um trauma de infância por ter esse nome, jizuize... LINDEMBERG?]. Esse texto é sobre a vergonha que o brasileiro tem. Sobre a mentalidade do brasileiro, sobre o comodismo e sobre a preguiça do brasileiro.


É isso.

Sinceramente, fiquei indignada com o texto do professor André Luis. E taí, enquanto nossos educadores pensarem assim, infelizmente o Brasil não vai mudar muito.


E que fique claro, essa é minha opinião. Fique à vontade para discordar, aí nos comentários!


Hasta, pessoas!

=**


She was just sixteen…

Meu maior sonho era ser mãe. Desde sempre. Quando eu tinha meus dois, três anos, a brincadeira da qual eu mais gostava, além de atormentar a cachorra, era “mamãe-filhinha”. Lembro que eu babava na neném da vizinha, a Letícia. Lembro que eu cuidava das bonecas enquanto todas as minhas primas brincavam de pique-esconde.

Eu SEMPRE quis ser mãe.

Em 2005 arranjei meu primeiro namorado oficial. De almoçar em família aos domingos e ir à missa junto [rs]! Mas algo me dizia que ele não seria o pai dos meus filhos. Talvez o medo incontrolável que ele tenha de ser pai.

Namorei por 2 anos e só tocamos nesse assunto duas vezes. E nas duas vezes brigamos feio.

Vim pra São Paulo, arranjei namorado, fiquei noiva… E, há quase 1 ano descobri que estava grávida. Foi o maior susto que eu já levei. Não sabia qual seria a reação dos meus pais, dos meus sogros. Não sabia se eu seria capaz de dar conta de uma criança… Quase perdi o chão. Mas tive apoio, muito apoio.

Ser mãe não é fácil. Principalmente quando se tem 18 anos. Chorei muito quando senti o preconceito na pele. Eu estava no shopping, grávida de 8 meses. Uma mulher olhou pra minha barriga e comentou, alto e claro som “Que futuro terá essa criança, tsc tsc”.

Hoje eu nem ligo mais. Sou mãe adolescente, sim. Não é minha idade que vai me impedir de ser uma boa mãe.

Se eu me precipitei? Lógico. Se eu esperaria mais? Com certeza. Se é difícil? Muito.

Mas cada sorrisinho safado dela me deixa feito manteiga! E eu arranjo forças pra continuar e batalhar por uma vida melhor pra nós duas.

Eu não sou mais a mesma Aline há 1ano. Meu corpo mudou e, principalmente, minha forma de ver o mundo. Minhas prioridades e meus sonhos mudaram… E hoje, vivendo tudo o que eu vivo, eu tenho certeza: Eu sempre quis ser mãe e não há nada melhor que isso!


Inté, pessoar. o/


Agora eu sou da zona. \o/

Eu preciso fazer um post bom, linkando muita gente e falando o que eu acho de estar por lá, mas estou em tempos de bloqueio criativo.

Só sei que, desde antes de ontem, eu freqüento a zona. =)

Rola de tudo por lá, de tudo mesmo. Massagem, barracas e até sofás!

Ainda sou iniciante, mas prometo fazer tudo direitinho!!

[E prometo que, assim que minha criatividade voltar, eu faço um post muito melhor sobre essa zona fodona. ;) ]

Quarto Universitário, Véio Tarado, Blogatoa, Até tu Brutos, Alternativa, Igaum, Seu Boga, Misto Frio, Menina Inconstante, Malvada, Sou doente, Blablaísmo, inSUPORTÁveis, Tio Punk, Paguei Mico, Mundo Afora, Caixa PreTTa, Nome Impróprio e, finalmente Corto Cabelo e Pinto

\o/

Antes à tarde do que nunca, pessoal!


Nanoblogs: A blogosfera é nossa! \o/

Que tem muito blog por aí, não é novidade.

Que tem blog muito bom por aí também não é novidade. Quem não conhece o Feminices, o Garotas Nerds ou o Papo de Bar não sabe o que está perdendo. Não são blogs super conhecidos mas são ótimos, com conteúdo, sempre atualizados e tudibão!!!

Por isso o Blogando e Andando lançou a campanha NanoBlogs: A blogosfera é nossa!

Para nós, blogs pequenos e ainda tímidos nessa blogosfera gigantesca, cheia de blogueiros famosinhos e antipáticos, que se acham os donos do mundo, digo da blogosfera cheios de leitores!

Não é porque nossos blogs têm pouco tempo de vida, ou porque não são tão divulgados que são blogs ruins. Muito pelo contrário, como eu já disse, tem muito nanoblog por aí bão dimais da conta, sô!

O Que é ser um NanoBlog???

Ser um Nanoblog é ser um blog com pouco tempo de vida ou, que ainda não bateu a marca de 1000 acessos por dia em sua média. Ou seja, um blog iniciante, mas um blog que se mantém sempre atualizado.”


Para aderir à campanha, é só entrar aqui ó: NanoBlogs: A blogosfera é nossa!

E lá também tem uma melhor explicação da campanha! ^^



Rumo aos 1000 acessos… \o/



Inté breve, pessoar!

;)


Criança endiabrada e cachorrinha irritada

Acho que a primeira lembrança que tenho da minha infância é de uma mordida que levei da minha saudosa cachorrinha, a Tita!

Uns dias depois do meu aniversário de 2 [ou 3 anos], eu estava brincancando com a cadelinha quando tive uma brilhante idéia: “Vou pegar o microfone que eu ganhei!”. Era um microfone que emitia sons de vários instrumentos…

Lá fui, feliz e contente pegar o brinquedinho! Com ele em mãos, fui me divertir. Aperta botão, puxa cabinho… Vamos ver o que a Tita faz??? A essa altura é bom ressaltar que minha mãe estava no banho.

Então, apertei o botão e encostei a coisa barulhenta no ouvido da cachorra! Ela rosnou. Tirei.

Apertei novamente e encostei. Ela latiu. Eu lati de volta.

[teletubbies]De novo, de novo!!!![/teletubbies]

Apertei, encostei, ela me deu um bote mas não mordeu.

Na última tentativa a cadela se irritou, lógico. Irritada, com seus dentinhos brancos e afiados, me mordeu… Mas de levinho. Aline, chata que sou, não deixei barato. Mordi a pobre coitada, que então se irritou mais ainda e me mordeu na bochecha.

E o pior é que minha mãe, que ainda estava no banho, não acreditava que eu tinha sido mordida. Minha cicatriz está aqui, até hoje! E depois disso eu nunca mais brinquei com o tal do microfoninho porque toda vez que eu pegava o brinquedo, a cadela vinha pra cima de mim, querendo morder… =P

Sem contar a bateria de relógio que eu engoli, o passeio com a minha pastor alemão, a árvore que não saiu da minha frente… Mas isso é pra outra hora. ^_^

Inté, pessoar!

[post do Dia das Crianças na Blogosfera atrasado!]